“A fama tentou me corroer” Diz Diego sobre o lado difícil da fama

"A fama tentou me corroer" Diz Di Ferrero sobre o lado difícil da fama

Há dez anos juntos, o NX Zero já esbarrou com muita gente que também tem o sonho de estar nos palcos e nas paradas de sucesso como eles. Antes da entrevista para o site do Encontro, por exemplo, Di Ferrero parou e conversou com um grupo de fãs-músicos que o aguardava na saída do programa. Durante o papo com os garotos, o cantor quis saber se eles eram uma banda e ainda deu alguns conselhos.

“Engraçado que você nunca se vê nessa posição, mas, quando cruza com as pessoas dizendo que foram influenciadas pelo seu trabalho, essa situações te deixam felizes. Esses moleques vieram aqui e disseram que foi só para me ver! Nunca espero por isso e me sinto apenas um cara que está fazendo o que gosta. Então, para mim, ser músico é uma coisa divertida e que se perder a alegria não tem como fazer mais. Isso é a gasolina para continuar!”, explica após conversar com os fãs

Se a fama tem um lado negativo, Di confessa que houve um tempo difícil para ele na hora de lidar com o assédio.

“Teve uma época na minha vida que a fama tentou me corroer e não pelo ego. Foi o fato de não poder ir a alguns lugares, mas não é uma coisa que pesou muito na minha cabeça”.

Mais maduro, o cantor diz que entendeu as limitações do sucesso e diz como é a relação atual com a carreira.

“Entendi que a partir do momento que ficamos conhecidos precisamos saber que as pessoas vão querer tirar fotos e não vai ter como ir ao shopping à tarde. Hoje eu lido melhor com isso e, digamos, estou em uma fase sublime da minha carreira. Estou querendo fazer coisas diferentes e mudando, normalmente, como uma pessoa que está com 29 anos e começou aos 18.”

Para estimular a criatividade das letras do NX Zero, Di fala sobre a decisão de reunir os companheiros durante um mês em uma casa de praia para reacender a amizade do início. “A gente quis ir para não fazer nada e montamos um estúdio para caso decidíssemos tocar. Não estávamos nos vendo direito, a gente era amigo antes da banda e só nos encontrávamos para fazer show. Foi mesmo para resgatar o relacionamento e isso influencia diretamente no nosso som”, explica Di Ferrero.

NX Zero participa do “Encontro com Fátima Bernardes”

Na manhã dessa sexta-feira (21), o NX Zero foi um dos convidados do programa “Encontro com a Fátima Bernardes”.

Além de tocar sucessos, como “Hoje o Céu Abriu”, “Só Rezo”, e apresentar pela primeira vez ao vivo o novo single “Vamos Seguir”, a banda foi surpreendida ao saber da história de Carla, produtora do programa, que contou como “Espero A Minha Vez”, mudou sua vida. Confira abaixo:

Confira também fotos do programa aqui!

“Ela tem voz de anjo, canta muito” Diz Diego sobre Luiza Possi

Com muita sintonia, Di Ferrero e Luiza Possi fecharam com chave de ouro o último dia de Batalhas do The Voice Brasil. A apresentação dos assistentes, com a música “Lucky”, dueto de Jason Marz com Colbie Caillat, deixou o público encantado.

Eles contam como foi a escolha da canção e revelam o que sentiram no palco durante a performance. “Curti muito a historinha da música, o clima que rolou. A Luiza tem voz de anjo, canta muito”, declara Di Ferrero.

Luiza e Di já haviam trabalhado juntos: ela fez participação no show do NX Zero e, em outra ocasião, cantou duas músicas da banda. Mas é a primeira vez que ambos dividem uma música mais romântica.

Para Luiza, a troca de olhares e o andar de mãos dadas pelo estúdio enquanto cantavam só foi possível por conta da amizade que construiu com Di. Além disso, ela dá os créditos da escolha da canção para ele.

“O mérito é seu, você escolheu a música. A gente é amigo, e é mais fácil. É mais bacana quando você conhece a essência da pessoa, olha no olho e tem essa troca”, explica.

O vocalista do NX Zero, apesar de acostumado a cantar para milhares de pessoas, ficou ansioso com a apresentação no The Voice Brasil.

“A Luiza já participa, mas é a minha primeira vez. Chegar ali e cantar na frente do Lulu e de todo mundo é uma coisa diferente. A gente, no mínimo, tem que fazer jus ao que falamos para os participantes”, admite.